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O concelho de Alenquer dispõe de um extensa zona calcária aproveitada pela industria de extracção de inertes, que arrasta enormes danos ambientais, na paisagem e na qualidade de vida das populações das áreas envolventes. 500 hectares de pedreiras estão licenciados, a maioria sem estudos de impacte ambiental. Alguns Comunicados da Alambi sobre o assunto:
Regime Jurídico da Pesquisa e Exploração de Massas Minerais (versão PDF 323Kb)
Pedreiras 2005 Alenquer é o concelho com maior volume de extracção e o 2º em volume de negócios. Em Alenquer extraíram-se mais de 9 milhões de toneladas de pedra em 2005. Em 2º e 3º lugar aparecem Pombal e Sesimbra com pouco mais de 6 milhões. Em matéria de euros facturados, são os mármores de Vila Viçosa que toma a dianteira com 31 milhões de euros, correspondentes a apenas 393 mil toneladas extraídas.
A exploração da pedreira situada no Cabeço de Meca está parada há cerca de dois anos, sem que desde então tenha sido iniciado o processo de recuperação paisagística, conforme estipulado no Plano Ambiental de Recuperação Paisagística (PARP). A profundidade máxima licenciada foi ultrapassada e a cratera do antigo vulcão, agora pedreira de basalto abandonada, encontra-se transformada numa perigosa lagoa de águas transparentes. Veja o comunicado da Alambi sobre o assunto e consulte dados do PARP da Pedreira do Cabeço de Meca.A pedreira da Boavista é uma antiga pedreira situada no limite norte da Vila de Alenquer, por cima de uma captação de águas das EPAL .
Apesar de vedada, após um período em que eram depositados
pneus e outros tipos de resíduos industriais sem controlo, a cratera da
antiga pedreira continua a ser “aterrada” com enormes quantidades de
resíduos, inclusive lamas de ETAR como se mostra numa das fotos
Veja mais fotos AQUI!
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