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Alambi

Apartado 63

2584-909 Alenquer

Tel. 914023930



Resioeste continua a derrapar na reciclagem

A Alambi teve finalmente acesso ao Relatório de Actividades e Contas da Resioeste referente ao exercício de 2006 bem como ao Relatório Ambiental Anual. Tendo em conta que a Resioeste é a empresa responsável pela deposição e tratamento dos resíduos sólidos urbanos dos 14 municípios da região Oeste, entre os quais Alenquer, a análise da sua actividade tem vindo a merecer desde há alguns anos a atenção da Alambi.
Em primeiro lugar é de referir que, as metas de recolha selectiva, estabelecidas pelas directivas comunitárias para serem alcançadas por Portugal em 2005, ainda não foram alcançadas pela Resioeste em 2006. Estas metas cifravam-se em 6,24% de todos os resíduos recebidos pela Resioeste em 2005. Um ano depois, em 2006, como pode verificar-se na análise detalhada feita pela Alambi, a recolha selectiva pela Resioeste ainda está nos 5,8%.


 Alenquer continua na cauda da reciclagem

O Relatório de Avaliação Ambiental da Resioeste relativo ao ano de 2006, continua a deixar o concelho de Alenquer mal colocado no ranking da recolha selectiva de resíduos para reciclagem, com apenas 15,9 Kg por habitante. O concelho de Lourinhã, com 40,4 Kg/habitante, surge em primeiro lugar. A média das recolhas selectivas (papel, vidro e embalagens) nos 14 concelhos incluídos no sistema da Resioeste foi de 26,8 Kg/habitante em 2006. Veja AQUI a análise da Alambi aos dados da recolha selectiva por concelho em 2006.  Se quiser volte a ler os relatórios de 2004 e 2005


ETARs de Alenquer com funcionamento deficiente

A ALAMBI realizou em 26 de Junho de 2005 análises aos efluentes que as ETAR’s de Aldeia Gavinha, Espiçandeira, Atouguia, Cabanas de Chão e Alenquer, lançam nas linhas de água. Foram medidos os parâmetros pH, temperatura, condutividade, oxigénio dissolvido, nitratos, azoto amoniacal e detergentes. Os valores limite de emissão (VLE) para este tipo de águas são estabelecidos pelo anexo 18 do Decreto-lei n.º 236/98, de 1 de Agosto. Nos gráficos esses valores correspondem à linha vermelha traçada na horizontal. Este anexo do decreto-lei, não estabelece, para estes casos, um Valor Limite de Emissão (VLE) para os parâmetros temperatura, condutividade e oxigénio dissolvido. As análises realizadas revelam que o funcionamento destas ETAR’s é deficiente, e que a situação da ETAR de Atouguia é mesmo muito grave. Veja o relatório da Alambi.


 

Reabilitação Térmica de Edifícios

A construção civil é um dos sectores da actividade humana que mais pressão exerce sobre os recursos do planeta. A enormidade destes números demonstra a necessidade da aplicação dos princípios do desenvolvimento sustentável também ao ciclo global da construção. Desde a extracção e beneficiação de inertes e matérias primas, até ao projecto, planeamento e construção de edifícios e infra-estruturas, todas as etapas da construção civil têm de ser repensadas na óptica da minimização dos impactes, da economia de recursos e da eficiência energética. Nesta perspectiva, a reabilitação e reutilização de edifícios constitui uma vertente essencial para conferir maior sustentabilidade ao sector da construção. Reabilitar edifícios possibilita reduzir o impacte na produção de energia, reduzir a extracção de matérias primas para a produção de materiais de construção, reduzir a necessidade de transportes de materiais.

Leia aqui o trabalho sobre este tema da autoria do Vice-presidente da Alambi, Francisco Henriques.

 

A utilização de herbicidas em áreas urbanas

Mais uma vez, em 2006, os serviços autárquicos recorreram a herbicidas,  dentro de diversos núcleos urbanos do concelho, para controlar a vegetação espontânea. Foi assim dentro de Alenquer e em alguns bairros adjacentes, tal como em aldeias de diversas freguesias. Esta é uma má prática cujo uso recorrente se vem verificando à já vários anos, à qual é tempo de pôr fim. A Alambi emitiu um comunicado que fez chegar a todas as Juntas de Freguesia do concelho.

 

Veja o comunicado da Alambi sobre o assunto.